Não me é estranho aos sentidos beber alegria da fonte dos teus leves gestos;
Muito me compraz embeber-me da doçura do arfar do seu peito,
Do pulsar das tuas veias, que em rajadas permitem a ti ser o que és;
Tornando sublime tua singular existência, digna do mais puro amor,
Que também meus sentidos e meu coração buscam lhe aquiescer.
Não me faltam os atemporais instantes de júbilo
Cedidos gentilmente por cada trêmulo suspiro teu,
Consagrados assim na minha memória, junto com cada batimento do seu coração.
Só peço, em silêncio, que nunca se esgotem minhas palavras,
Que como brisas te podem embalar, e entorpecer teus sentidos,
Invadindo teus ouvidos e se aninhando com carinho em teu peito,
Fazendo transbordar dentro de ti o calor e a felicidade que o meu amor quer te entregar.
Nesse incessante ciclo se escorrem meus dias,
A deitar no papel tais esboços da tua beleza, a esperar-te com paciência e tristeza,
A procurar teus olhos com os meus com destreza
Na fiel esperança de quem por ti sempre viverá.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Versos Brancos
Um soneto é só, se você não o lê;
Um sorriso é pouco, se ele não é o seu,
Versos brancos não me trazem você,
Mas entregam a ti todo o meu amor.
Palavras que eu uso para lhe dizer
Que me basta apenas um olhar seu,
Apenas um gesto, e o resto é vão.
É esse amor que nessas linhas lhe entrego.
Tantas vezes invadiram meu peito
Tais linhas que agora são versos seus,
Que 'amor' e 'amar' existem por você,
E os seus desejos são também os meus.
Assim, nessa cálida devoção,
A verdade se revela você;
Destarte, meu amor, serei sempre fiel
À eterna chama que você me trouxe.
Um sorriso é pouco, se ele não é o seu,
Versos brancos não me trazem você,
Mas entregam a ti todo o meu amor.
Palavras que eu uso para lhe dizer
Que me basta apenas um olhar seu,
Apenas um gesto, e o resto é vão.
É esse amor que nessas linhas lhe entrego.
Tantas vezes invadiram meu peito
Tais linhas que agora são versos seus,
Que 'amor' e 'amar' existem por você,
E os seus desejos são também os meus.
Assim, nessa cálida devoção,
A verdade se revela você;
Destarte, meu amor, serei sempre fiel
À eterna chama que você me trouxe.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Sem título I
Fique, sentimento bom,
Não se vá com o dobrar dos sinos,
Nem me deixe ao raiar do Sol.
Fique, encoste sua cabeça no meu peito,
Me deixe sentir a cálida delicadeza da sua pele como seda
Esvair minhas angústias, como a nuvem se esvai da água da chuva.
Fique, meu bem,
O amor existe para nos tornar um só
E de nada adianta crer que a solidão também.
Fique, ainda é cedo.
Adormeça, para que eu possa imaginar seus sonhos...
Para que eu possa, também, sonhar.
Não se vá com o dobrar dos sinos,
Nem me deixe ao raiar do Sol.
Fique, encoste sua cabeça no meu peito,
Me deixe sentir a cálida delicadeza da sua pele como seda
Esvair minhas angústias, como a nuvem se esvai da água da chuva.
Fique, meu bem,
O amor existe para nos tornar um só
E de nada adianta crer que a solidão também.
Fique, ainda é cedo.
Adormeça, para que eu possa imaginar seus sonhos...
Para que eu possa, também, sonhar.
Vínculo de amor
As lágrimas que eu derramo por ti
Tem o mesmo sabor do oceano que nos separa
E nessa noite fria onde a poesia me ampara
As lágrimas que escorrem são as lembranças dentro de mim.
Nessas poucas linhas, tento traduzir meu coração
E não me surpreende saber que ele não mora em meu peito,
Mas, junto com meus pensamentos, ocupa teu leito,
E nesse eterno amar se encerra minha razão.
Minha primavera se foi, e meu lar, não há;
Hoje vagueio só por essas ruas
Sonhando com as minhas noites que foram tuas
E nenhum verso ou súplica me impedem de acordar.
Minha única alegria, nesse tênue viver,
É ter gravado em minha alma
A razão da minha calma
Que é saber não poder te esquecer.
Tem o mesmo sabor do oceano que nos separa
E nessa noite fria onde a poesia me ampara
As lágrimas que escorrem são as lembranças dentro de mim.
Nessas poucas linhas, tento traduzir meu coração
E não me surpreende saber que ele não mora em meu peito,
Mas, junto com meus pensamentos, ocupa teu leito,
E nesse eterno amar se encerra minha razão.
Minha primavera se foi, e meu lar, não há;
Hoje vagueio só por essas ruas
Sonhando com as minhas noites que foram tuas
E nenhum verso ou súplica me impedem de acordar.
Minha única alegria, nesse tênue viver,
É ter gravado em minha alma
A razão da minha calma
Que é saber não poder te esquecer.
Assinar:
Postagens (Atom)