Para aqueles que dão valor aos fins, resta lutar contra os meios.
Para aqueles que não sabem o que dizer, resta apenas o silêncio.
Para aqueles que pensam demais, não resta nada, mas tudo pode ser feito.
Para aqueles que vivem no ontem, resta o ante ontem, o hoje, e o amanhã, pois nenhum início, meio, ou fim é definível...
Tenho medo de acreditar que, para aqueles que amam demais, tudo seja infinito;
entretanto, esse infinito ilusório, suspenso no tempo das nossas memórias,
é a chama das nossas vidas.
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